Volante brasileiro conversou com crianças por meio de uma videoconferência organizada pela ‘Save The Children’.

A Save the Children é uma organização internacional não governamental que promove os direitos das crianças, e que, agora nessa pandemia de coronavírus lançou um programa de emergência chamado ‘Ao seu lado’, que busca atender as crianças que estão mais veneráveis no momento. Casemiro foi ‘entrevistado’ por diversas crianças na videoconferência e fez questão de responder a todas as perguntas.

Quando perguntado sobre quais são seus objetivos para a temporada, se deseja ganhar a liga, o camisa 14 respondeu: “É claro que queremos ganhar a Liga e a Champions, mas agora não estamos pensando nisso, agora estamos pensando em vencer a luta contra o Coronavírus”.

Casemiro pediu que todos sejamos responsáveis e que levemos a sério as regras de isolamento social: “São tempos difíceis e complicados. Temos que fazer a nossa parte, que é ficar em casa e ajudar, e continuar seguindo as regras”.

Quando perguntado quem era seu ídolo na infância, o volante não exitou em responder: “Eu sempre tive um ídolo, cujo nome é Zidane, que agora é meu treinador. Ele sempre foi um jogador que eu amei, foi um prazer vê-lo jogar, como ele andava em campo. A minha inspiração foi Zidane”.

Ainda falando sobre a infância, Carlos Henrique acrescentou: “Tive uma infância muito complicada e muito humilde. Muitas vezes não tinha comida ou dinheiro para ir ao treinamento. Tiveram vezes que cheguei a andar sete ou dez quilômetros”.

Se você não fosse jogador de futebol, o que você seria? “Se eu não fosse jogador de futebol, estaria ligado ao esporte de alguma forma, porque é disso que eu gosto”.

Como é sua relação com os outros jogadores no vestiário? De quem você gosta mais? “Os jogadores do meu time são minha segunda família, não há mais carinho por um ou pelo outro. Eles são todos meus amigos e nosso objetivo comum é sempre vencer. Quando você está com uma família não há nada mais bonito”.

Qual a sua sensação quando uma partida termina, mesmo que o resultado não seja o esperado? “Quando vou dormir, penso: ‘Fiz o meu melhor, estou muito calmo porque dei tudo’. Isso deve ser trazido à vida, não apenas ao futebol. Então Você pode ganhar ou perder, mas sempre precisa fazer o seu melhor.”